Servidores fabricam mobiliários como bancos, pergolados e até abrigos para coruja com madeiras reaproveitadas de quedas provocadas pelas chuvas
A Companhia de Urbanização (Comurg) destaca, neste Dia do Marceneiro (19/3), os serviços de reparo e produção de mobiliários, como bancos, mesas e pergolados, fabricados por garis. Em média, a companhia fabrica 541 bancos de madeira, além de 50 mesas por ano. A maioria deles é proveniente de árvores caídas em locais públicos.
O trabalho começa com a remoção dos troncos caídos, que são levados em caminhões ao Aterro Sanitário, onde há uma serraria instalada. No local, com o auxílio de motosserra, os colaboradores cortam e aparam as toras, transformando-as em pranchas de madeira de até 1,4 metro de comprimento.
Os projetos moveleiros de criação, confecção e restauração são executados na oficina de marcenaria da Comurg, na Vila Aurora. Os garis marceneiros avaliam as características e qualidades dos diferentes tipos de madeira, fazem as adaptações necessárias ao estilo de cada móvel com encaixes, parafusos, cola e verniz. Na sequência, finalizam com a instalação das peças em praças ou órgãos públicos, o que gera economia aos cofres públicos.
O presidente da Comurg, Cleber Aparecido Santos, destaca que este é um trabalho 100% sustentável, que dá à madeira, que iria para o lixo, uma nova utilidade, além de contribuir para a economia de recursos investidos pelo contribuinte. “O mobiliário é instalado em praças de diferentes regiões da cidade, ampliando os espaços de convivência para a população”, diz.
Foto: Luciano Magalhães Diniz / Companhia de Urbanização (Comurg) – Prefeitura de Goiânia
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